Aqui vai-se falar da cultura em geral De música e literatura em particular

06
Nov 10

 

Eis chegada a hora do 3º passatempo deste blogue.

Desta vez tenho para oferecer um exemplar do livro BALDIOS de José Tolentino Mendonça.

Para participar no passatempo basta ler com atenção as regras e proceder em conformidade.

E as regras são:

 

1 - Escrever uma frase (máximo 20 palavras) que inclua as palavras BALDIOS e POESIA, e deixá-la no espaço de comentários deste blogue

 

2 - Identificar os autores dos livros cujos titulos indicarei no fim deste post e enviar as respostas para o seguinte endereço de mail manulomelino.mail@sapo.pt  com a indicação Passatempo BALDIOS

2.1 - As respostas devem respeitar a ordem que abaixo se apresenta.

 

3 - As respostas deverão ser enviadas até às 23.59 da próxima sexta-feira dia 12 de Novembro

 

4 - Só é permitida uma participação por pessoa

4.1 - Em caso de dupla participação será validada a primeira

 

5 - O(A) vencedor(a) será notificado por mail e nessa altura deverá indicar o endereço para onde o livro deve ser enviado

5.1 - Não havendo resposta em tempo útil (24h) o prémio reverterá para o 2º classificado e assim sucessivamente.

 

6 - Em caso de não existir vencedor o prémio acumulará para o próximo passatempo

 

7 - Por enquanto estes passatempos só estão abertos a residentes em território português.

 

Por favor indique qual o autor de cada um destes livros:

 

A - Um toldo vermelho

B - O anjo branco

C - O último beijo

D - A noite abre meus olhos

E - O puro e o impuro

 

Mãos à obra


09
Out 10

E é chegada a hora de dar por encerrado o segundo passatempo deste blogue.

A vencedora é a Ausenda Hilário que irá receber o livro Ascenção e Queda de Fátima Soares.

O próximo passatempo ocorrerá no 1º fim de semana de Novembro.

Até lá, boas leituras.

publicado por manu às 00:18

02
Out 10

A escritora Fátima Soares, uma amiga deste blogue e grande entusiasta deste género de iniciativas disponibilizou-se, desde a primeira hora, a colaborar nos passatempos que pretendo fazer regularmente neste espaço.

Desta vez, a sua participação é mais directa pois temos um exemplar do seu primeiro livro ASCENÇÃO E QUEDA (romance de ficção) para oferecer.

Este livro é o primeiro de uma tetralogia que já tem dois volumes lançados, prevendo-se a edição do terceiro até ao fim deste ano.

 

SINOPSE

«Andreia é uma jovem como tantas outras, cujo quotidiano é invadido pelo sobrenatural e o mais improvável dos acontecimentos. Ela e o seu amigo Ema vêem-se envolvidos numa roda de aventuras perigosíssimas, onde sentimentos controversos os invadem e os deixam tão confusos que ambos têm dificuldade em geri-los. A jovem indefesa e insegura adquire coragem e luta, chegando a abdicar da própria vida pela de um amor que está condenado desde início. Poderá ela triunfar?»

 

Regras deste passatempo

1 - Escrever um pequeno texto (máximo 3 parágrafos) no espaço de comentários deste blogue, dando continuidade a um excerto do livro que adiante apresentarei.

 

2 - Responder à pergunta que colocarei adiante e enviar a resposta para o seguinte endereço de mail manulomelino.mail@sapo.pt

 

3 - As respostas devem ser enviadas até às 23.59 de sexta-feira dia 8 de Outubro

 

4 - Só será permitida uma participação por pessoa

4.1 - Em caso de múltipla participação será considerada válida a primeira

 

5 - O(A) vencedor(a) do passatempo será notificado(a) através de mail e nessa altura deve facultar um endereço para o envio do livro

5.1 - Se não houver resposta em tempo útil(24h), o livro será entregue ao 2º e assim sucessivamente.

 

Recordo que estes passatempos se destinam, por enquanto, somente a residentes em território português

 

Dêem continuidade:

 

"... As batidas no peito aumentavam-me e a respiração custava a sair-me da garganta. Alguém na minha cabeça entoava um grito querendo ver se quebrava um cristal da Boémia. Ele não ía precisar de me matar, eu era perfeitamente capaz de fazê-lo a mim própria.

Dobrei a cabeça até aos joelhos e tentei fazer com que o sangue, que me fugira para os pés, se elevasse de novo até ao meu cérebro.

Já mais calma, sentei-me no alcatrão. Tinhamos caminhado um pouco enquanto falávamos. Eu caminhara e obrigara-a a acompanhar-me. Não corria o risco de estar muito tempo com ela a fixar-me o olhar. Agora reparava que estava no campo de jogos.

Já devia toda a gente ter-se ido embora. Escurecia. A esta hora Emanuel devia interrogar-se onde raio eu me metera..."

 

 

Pergunta:

 

Quais os nomes dos volumes já editados nesta tetralogia? 

 

Mãos à obra


28
Set 10

 

 

 

O Autor, ANTÓNIO BOAVIDA PINHEIRO, e a Temas Originais têm o prazer de convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro "POEMAS AO CORRER DA PENA..." a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo Sábado, dia 2 de Outubro, pelas 19.00

Obra e autor serão apresentados pelo poeta Xavier Zarco

 

A entrada é livre.

Se puder apareça.

 

 

 

Normalmente não tenho o hábito de me alongar em considerações quando deixo aqui informações sobre lançamentos de livros mas desta vez vejo-me na obrigação de fazer uma recomendação especial a este evento. Para além de ser o novo livro de um grande poeta, este evento vai contar com a presença de alguns dos melhores declamadores de poesia, autor incluído. Prevê-se um fim de tarde em grande, cheio de muita e boa poesia. A não perder.

 


23
Set 10

 

Por vezes sinto medo.

 

Medo que a vida me esqueça

ou que me esqueça da vida,

de tanto nela pensar.

 

É tanto grito calado

com um nó na garganta,

nesta luta que travo desafiando

tudo, questionando demais...

 

Afinal sou Humana!

 

 

A autora ANA CASANOVA e a Temas Originais têm o prazer de o(a) convidar a estar presente na sessão de lançamento do livro "Dialectos da Memória" a ter lugar no Auditório do Campo Grande, 56, em Lisboa, no próximo Sábado, dia 25 de Setembro, pelas 16.00

 

Obra e autora serão apresentadas pela poetisa, videoartista/infoartista Profª Cecília Melo e Castro.

 

A entrada é grátis.

Apareça


01
Set 10

Os que melhor me conhecem e lidam comigo quase diariamente sabem que basta uma palavra, um acontecimento ou uma imagem para esta minha mente entrar num corrupio de pensamentos para em seguida surgirem as ideias mais inesperadas; como naquele jogo em que alguém diz uma palavra e logo outro tem de dizer uma relacionada (exemplo: azul - céu - estrelas - noite...). A minha cabeça funciona um pouco assim; por associação de ideias. À primeira vista, e para quem não me conhece ou tem um relacionamento mais superficial comigo, isto que acabo de revelar pode parecer um pouco estranho, havendo talvez quem lhe chame insanidade. Mas as coisas são como são e é assim, através deste processo, que me surgem as melhores ideias. Serve esta pequena introdução para que possam entender o que adiante passo a relatar:

Nos últimos dias tenho recebido alguns mails de pessoas que se queixam de não estarem a encontrar o meu livro nas livrarias e a minha resposta é, invariavelmente, esta: existe uma boa possibilidade do livro estar esgotado mas podem fazer a reserva pois a editora tem um acordo com as livrarias que permite uma resposta rápida a este género de solicitações. Sejamos francos; ninguém estaria à espera que a editora colocasse um número considerável de exemplares nas livrarias, ainda para mais de uma primeira obra (afinal de contas não sou um best-seller).

Devido a estes mails tive de tentar desbloquear a situação e perante o pouco tempo livre que o trabalho me deixa comecei a fazer contas à vida e a ter aqueles pensamentos que todos nós temos maldizendo a sorte, vociferando contra o destino e lamentando-me por nunca ter tido a chance de poder trabalhar em algo que me realizasse pessoalmente. Os poucos momentos em que posso afirmar estar em sintonia comigo mesmo é quando estou a ler ou a escrever. Inclusive, num dia de trabalho, a única hora que realmente me satisfaz é a de almoço, não pelo repasto mas por poder ler um pouco (todos os dias levo um livro comigo). O resto do dia é vivido numa ansiedade tremenda para chegar a casa e fechar-me no meu mundo ideal; o dos livros e da escrita.

Sabendo que nem todos têm a sorte de exercer uma profissão de acordo com o que se gosta de fazer, lá vou aproveitando os meus limitados tempos livres para me realizar; leio os meus livros, escrevo os meus poemas e faço um trabalho de divulgação de poesia em língua portuguesa num espaço que criei no blogger no início do ano. Perante a boa aceitação que o TOCA A ESCREVER tem sido alvo ( não em comentários mas em visitas) e tendo em conta que este blogue tem estado um pouco parado ( há muito que não consigo fazer aqui as habituais sugestões literárias) decidi revitalizar este espaço através de algumas iniciativas que pretendo levar a bom porto ( assim me permitam o tempo e a disponibilidade financeira).

Assim sendo e porque este post já vai longo, deixo aqui o aviso à navegação que apartir do próximo fim de semana e com periodicidade mensal, realizarei neste blogue alguns passatempos havendo livros (não só o meu) para oferecer. Como em tudo na vida, também nestes passatempos existirão regras que a seu tempo divulgarei, no entanto, há uma que é imperioso deixar desde já expressa, os participantes terão de residir em território português.

Espero que com o passar do tempo alguns autores e/ou editoras se juntem a este meu projecto e contribuam nesta minha tentativa de estimular o gosto pela literatura em língua portuguesa.

Já agora espalhem a palavra e venham participar. 


11
Jul 10

Durante muitos e fartos anos os eventos culturais eram quase inexistentes no nosso país. Quem quisesse assistir a um concerto musical tinha de contentar-se com bandas portuguesas ou festivais de folclore, exposições de pintura e escultura dificilmente aconteciam, as peças de teatro raramente podiam ser vistas fora de Lisboa e Porto, enfim, culturalmente estávamos pouco acima da nulidade. Mas os tempos mudaram e hoje em dia a oferta é tão vasta que chega a tocar o exagero e muitas vezes me questiono se existe mercado para tantos concertos, festivais, exposições, etc. Seja como for, com exageros ou não, é satisfatório saber que qualquer um de nós tem à sua disposição uma vasta gama de eventos, nas mais variadas áreas e que o acesso à cultura é uma realidade bem publicitada, seja nos orgãos de comunicação tradicionais, em outdoors colocados ao longo das estradas, em publicidade de patrocinadores e mais recentemente na Internet, através de mail ou nas redes sociais. Com tanta forma de divulgação é quase impossível não sabermos as datas e horas dos eventos que nos interessam. Serve esta minha introdução para afirmar que nos dias de hoje só não frequenta eventos culturais quem não quer.

Sendo certo que existem eventos com mais exposição mediática e maior afluência que outros, não deixa de ser verdade que, seja qual for o evento, todos merecem o respeito do público alvo. É evidente que um concerto rock tem um público diferente de uma peça de teatro e bem distinto do público de uma exposição de pintura ou de uma apresentação literária. Daí existirem diferentes formas de publicitar cada evento, sempre de acordo com o público alvo e considerando as perpectivas de afluência. É perfeitamente natural que para publicitar um concerto musical vejamos inúmeros cartazes espalhados pelas ruas e que para publicitar a apresentação de um livro se dê mais importância aos meios audio-visuais e à Internet. Ninguém espera que um dos concertos de verão seja visto por meia dúzia de espectadores nem que a apresentação de um livro tenha uma assistência de milhares. Mas existem extremos que merecem reflexão.

Perante evidências tão flagrantes não deixa de fazer sentido a minha indignação pelo que adiante relatarei.

O poeta Nuno Guimarães, autor do livro "Rio que corre indiferente" (editado em 2009) cuja sessão de lançamento aconteceu no Porto, resolveu fazer uma sessão de apresentação do livro no Auditório do Campo Grande em Lisboa. Segundo o autor, a ideia de fazer esta apresentação surgiu pela pressão de umas dezenas largas de amigos do facebook que devido à distância não puderam estar presentes no Porto. Pelas suas próprias palavras, o entusiasmo era enorme e justificava esta deslocação do autor até à capital. Assim sendo, ficou o evento marcado para ontem, dia 10 de Julho, às 15.30. Chegada a hora de dar início ao evento, o autor não cabia em si de surpresa pela afluência. Para além do autor estiveram nesta sessão Álvaro Vaz e Giedre Sadeikaite, amigos do autor que o acompanharam na viagem desde o Porto, Paulo Afonso Ramos e a esposa Ana, em representação da editora e... eu. Dos cerca de cinquenta amigos do facebook que confirmaram presença nem sombras. O que explica esta situação? O mundial? Não havia jogo a essa hora. O calor convidava uma ida à praia? O Verão não é só uma tarde. Ah! Já sei! Como não existem eventos culturais no nosso pais e os que existem são mal divulgados, as pessoas que tanto insistiram nesta apresentação não sabiam da data, da hora e do local... deve ser isso.

Não se pense que este é um caso isolado porque algum tempo atrás sucedeu o mesmo com a autora Manuela Fonseca, que perante a insistência de dezenas de amigos do facebook foi ao Porto fazer a apresentação do seu romance e só estiveram nove pessoas. Como diz o povo: " Com amigos assim quem precisa de inimigos?"

Como nota final quero dizer que, mesmo poucos, nós os seis(6) fizemos desta sessão um evento descontraído mas memorável apesar do evidente e natural desânimo do autor. Falámos de cultura ou falta dela e recitámos poesia em português e lituano (Geidre é lituana) num ambiente quase familiar que durou cerca de duas horas.

E depois ainda dizem: Ah e tal... não há eventos culturais!

 

MANU DIXIT

  

 


07
Jul 10

Sendo certo que todos nós temos o nosso ciclo de vida; nascemos, vivemos (o melhor que podemos) e morremos, é sempre com pesar que lamentamos a partida daqueles(as) que marcaram a diferença. Também é ponto assente que só existe este "luto" colectivo quando a pessoa em questão ganha uma certa notoriedade ou exposição mais acentuada.

Tal como escrevi, há algum tempo atrás, aquando da morte de Saramago, também hoje, após o desaparecimento físico de MATILDE ROSA ARAÚJO, quero dizer que a obra da autora veio enriquecer o espólio cultural português e por consequência enriqueceu-nos a todos.

Sem pretender secundarizar o real motivo que me trouxe aqui e pegando no verbo enriquecer, quero deixar expressa a minha indignação pelo aproveitamento económico que se faz destas mortes. Acho muito triste que se espere por estas alturas para encher as prateleiras com as obras dos autores, se façam antologias e "estudos" biográficos quando, nós leitores, passámos grande parte do tempo em buscas infrutíferas dessas mesmas obras com os autores ainda em vida. Não creio que as livrarias actuem tão agressivamente como fizeram após a morte de Saramago, mas não tenho dúvidas que agora e nos tempos mais próximos vou conseguir encontrar quase toda a obra de MATILDE ROSA ARAÚJO. E também não tenho dúvidas que os editores e livreiros vão querer tirar proveito de uma procura maior e praticar preços excessivos sem que alguma entidade reguladora os possa travar nesta necrofagia.

Depois deste dasabafo, quero terminar este meu texto-homenagem agradecendo a MATILDE ROSA ARAÚJO pelo seu inegável e ímpar contributo para o meu enriquecimento cultural. Para todos os autores/criadores é importante a existência de referências e MATILDE ROSA ARAÚJO foi, é e será sempre, sem qualquer tipo de dúvida nem favor, uma referência cultural.

 

Manu dixit  

publicado por manu às 01:50

18
Jun 10

 Normalmente, é hábito dizer nestas alturas que ficámos mais pobres; não concordo. Com a morte deste grande escritor universal termina a sua produção literária mas fica uma obra que muito dificilmente alguém poderá igualar. Quer se goste ou não, José Saramago não só deixou uma marca no tempo como será o ponto de partida para muitos criadores. Quer se queira quer não, José Saramago foi catalisador de discussões sobre temas que a sociedade até então considerava tabu. Certo ou errado, José Saramago sempre nos fez reflectir com a sua visão do mundo. Obrigado José Saramago por tudo o que nos deixas! Obrigado pela tua obra! Obrigado pela tua voz! Obrigado por levares o nome de Portugal ao mundo! Obrigado pelos caminhos que nos abriste! Obrigado por nos fazeres sonhar! Agradeço-te por todo o legado que nos deixas! Sou mais rico por isso.

 


14
Jun 10

Mais uma vez tenho a honra e felicidade de noticiar o lançamento de um livro de poesia cujo autor é um dos primeiros amigos que fiz na blogosfera.

Desta feita, é com muito gosto que convido em nome do autor MIGUEL BEIRÃO, a assistirem à sessão de lançamento do livro "BALADA DA LIBERDADE  - Sonho Por Sonho", no próximo sábado dia 19 de Junho, pelas 22 horas, no PÁTIO DAS LETRAS, sito na rua DR. Cândido Guerreiro, nº 26 em Faro.

 

Obra e autor serão apresentados por Lígia Faria, prevendo-se neste evento a presença de vários outros poetas amigos do autor, nomeadamente: Abel Beirão; António Garrochinho; Gilberto Cristina; Teobaldo Rosa; Tó Calçada; Zé Vitorino; Miguel Tiago e Maria da Glória que fará a leitura de alguns poemas. Quem comparecer vai também assistir à participação do Grupo de Charolas da freguesia de Santa Bárbara de Nexe, terra do autor.

 

Este livro tem uma belíssima capa da autoria de Dorabela Graça e é prefaciado pela , muito requisitada poetisa, Ausenda Hilário.

 

Para quem não conhece a poesia do Miguel Beirão posso garantir que valerá a pena segui-la e ler com muita atenção, não só pela qualidade mas também por ser um género que tem vindo a perder visibilidade, falo da poesia estilo popular, em que o autor expõe a sua visão sobre vários aspectos da sociedade actual de um modo cru, acutilante e sem papas na língua, não deixando de ser de fácil leitura. Julgo não estar a cometer uma inconfidência se disser que este livro aparece em edição de autor porque infelizmente ainda existe editoras que tentam criar limites aos criadores, recusando-se a publicar textos que podem ser incómodos; um tipo de censura à democrata. O próprio nome do livro remete-nos para essa temática que, vai-se lá saber porquê, passados todos estes anos ainda não se extinguiu. Mas isso são contas de outro rosário e o mais importante é que o Miguel Beirão decidiu, por sua conta e risco, premiar-nos com este livro e dar a conhecer toda a sua capacidade poética e crítica - que é muita.

 

Dito isto, creio que, para quem for assistir a este evento, vai ser, com toda a certeza, um serão em cheio.

 

A ti Miguel, desejo as maiores felicidades e que este BALADA DA LIBERDADE seja o primeiro de muitos e bons livros de poesia.

 

Manu dixit

publicado por manu às 22:48
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